Matemática, Química, Física, Português, Geografia, História, Biologia, Inglês, Educação Física, Educação Artística ...
Ensino Fundamental, Médio, Universitário, Pós-graduação...
Enfim, Educação.
Adaptação é, para mim, o que prova que o Carbono vai prevalecer, sobre quaisquer circunstâncias. É o que difere Homem de Animal. O que nos permite aprimorar as maquinas.
Porém, sempre existiram resistências as mudanças. Hoje, o Digital invade cada vez mais a forma de relacionamento entre o Carbono e a inspiração do descobrimento. A relação Homem x Conhecimento ou Homem x Inteligência.
Professores, antes provedores de cultura, educadores com o chamado "controle" da informação, hoje se assustam com o risco de perder seus empregos. "Tudo culpa da Rede... a tal internet”.
Mas agora, falamos cada vez mais do Digital em todo lugar. Do Digital não mais com você, mas para você. Falamos de um Digital que não é meio de comunicação e sim, que se comunica com você. Falamos de redes educacionais interligadas, trocando informações, alimentando tomos de conhecimento digitalizados, acessíveis a qualquer um, em qualquer lugar.
Chegou a hora dos professores re-avaliarem seu chamado "modelo pedagógico", suas "linhas educacionais". A chamada andragogia passa agora por uma reformulação. Não mais uma aplicabilidade única no universo adulto, mas também para adolescentes e crianças. Hoje, mesmo a mais jovem das Unidades de Carbono já é capaz de ir atrás de sua própria informação. Hoje, o papel do professor não é mais o Condutor do conhecimento e passa agora como guia diretivo no Digital, ajudando a analise de dados coletados no mega universo cultural da Internet. Não mais provas com perguntas de certo ou errado. Novas avaliações se fazem necessárias. Ao invés de argüir, produzir. Não mais pessoal e sim colaborativo.
Vamos chegar lá? Espero que sim...
sexta-feira, 4 de maio de 2007
Maquinas não educam.
Postado por Jack Lake às 10:04 1 comentários
Marcadores: Educação, Inclusão Digital, Pedagogia, Tecnologia
quarta-feira, 28 de março de 2007
Velhas Fórmulas de Sucesso Vs. Novas tecnologias (pt1)
Existem pessoas que, ao se depararem com o vasto universo digital, ficam maravilhadas com as possibilidades infinitas de ser e poder, estar e conhecer. Começa então, um processo, um sentimento, uma idéia... Brilhante! sempre....
O que faz com que essas pessoas ajam de tal maneira? O que desencadeia este sentimento de vitória? O que motiva essas pessoas para uma nova possibilidade, antes tão distante e agora, com um simples "clique" tão perto??
Seria talvez a estática, a eletricidade por traz dos "bits e bytes" atrapalhando suas conexões neurais ou talvez a magia dos "16 milhões de cores"?
As pessoas se deparam com algo desconhecido, caótico, instável e, mesmo assim, acreditam em uma mudança tão radical em suas vidas, que despendem horas tentando, sozinhas ou coletivamente, definir um padrão, um conceito, e automaticamente, praticam, aprendem e consolidam a tolerância, o respeito.
O que realmente me preocupa é saber que elas não são mais capazes de fazer o mesmo, na realidade de carbono.
Os seres de carbono, pouco a pouco, perderam o brilho, e por este motivo, as brilhantes telas de plasma os fascina e os faz sentir-se capazes de mudar suas vidas, quebrar seus paradigmas, resolver seus mistérios...
Telas de plasma são até mesmo quentes, além de brilhantes... será que preenche o frio de suas vidas sem brilho?
Por que as pessoas estão tão mais vivas na internet do que na prisão de carbono?
Tenho a impressão que foram podadas demais. E essa discussão já começa a acontecer na internet, quando falamos sobre "controle de registros", leis e possibilidades de limitação.
Nada disso me amedronta, nada disso me aflige. No carbono, às vezes, sou visto como selvagem, cruel, frio, ou até mesmo desrespeitoso.
Comparativamente falando:
No carbono, quando falo, o CAPSLOCK está sempre ativo
No carbono, quando menciono "não dar tanta importância pro trabalho", é por que vivo num HYPERTEXTO, que pode me levar a lugares inesperados, bons ou ruins.
No carbono, meu AVATAR é mutável, explorado, criado por mim mesmo, com ou sem a ajuda de muitos
No carbono, o respeito mútuo e colaborativo ESTÁ PRESENTE no meu dia-a-dia...
Quando as pessoas voltarem um pouco mais para o carbono, perceberão que a internet não é um monstro incontrolável, nem a panacéia universal. Vão perceber que a solução está lá, e aqui, no REAL. Que podem co-existir em harmonia, consentimento, e aprender um com o outro.
Postado por Jack Lake às 13:44 0 comentários
Marcadores: Carbono, Hypertexto, Internet, Tecnologia