terça-feira, 30 de setembro de 2008

E por que não falar: Iphone...

Aqui no Fúria Digital, existem algumas blogadas com o título:



O objetivo dessas postagens, é falar um pouco sobre o comportamento tradicional já conhecido em diversas áreas, frente ás novas possibilidades dentro do contexto digital. Há sempre uma crítica, um questionamento sobre mudarmos paradigmas dentro do universo digital. Muita gente me pergunta sobre essa nova atitude. Sobre a impossibilidade das coisas, das mudanças.

Quando pequeno, costumava assitir filmes de ficção onde novas ordens mundiais aconteciam, mudanças comportamentais radicais se faziam reais e, talvez por inocência, muita gente acreditava nessas mudanças. Não estou falando sobre novas tecnologias, mas sim sobre comportamento humano. Hoje, percebo que é mais fácil as pessoas acreditarem na máquina de teletransporte do que numa mudança comportamental social. Num novo sistema financeiro, numa nova realidade sócio-econômica.

E acho que o título das blogadas se enquadram aqui quando o assunto do momento é: 

IPhone no Brasil.

Ganhar muito com poucos ou ganhar muito com muitos? É como os (re)inovadores do Pará, com seu tecnobrega, que ganham dinheiro baseado no público que vai aos shows. é uma pequena porcentagem do evento, mas quanto mais gente, maior o lucro.

Hoje, o Iphone no Brasil tem o maior valor de venda com os pacotes mais caros:



Ao mesmo tempo, o Brasil tem a maior base de assinaturas de celular da américa latina, e recursos de celular no Brasil, embora disponíveis, nunca estarão ao alcance da população.

(Os) As (cartéis) operadoras de telefonia celular no Brasil, desconsideram toda essa informação. A tecnologia que pode servir para a divulgação de:


e resolveram elitizar um produto bacana, que, com certeza, despertaria a população para novas utilizações, para se questionar o que mais podemos fazer através dele.

Não se trata de ter ou não ter poder aquisitivo para a compra do mesmo, e sim de como o povo brasileiro vem sendo massacrado em termo de desenvolvimento tecnológico e social através dos anos.

Pensem nisso... até a próxima e Viva a Santa Efigênia!!

quinta-feira, 29 de março de 2007

A 4ª pergunta...

De onde viemos? Para onde vamos? Qual o sentido da vida?

Perguntas que caminham com a humanidade há tantos anos e milhares já dedicaram suas vidas em busca de respostas para esses fenômenos. Sem sucesso...

Encontram-se definições momentâneas, passageiras, e muitas vezes subjetivas.

Essas perguntas, tidas como fundamentais para a evolução humana, são cercadas de mistérios, lendas e assombros. Até mesmo seus questionamentos são questionáveis. Como, por exemplo, "Em que, descobrir essas respostas irá muda a vida da humanidade?".

Tanta energia já foi gasta com essas questões que, acredito que seria capaz de iluminar o planeta por um dia inteiro, se pudéssemos mensurar as descargas elétricas despendidas pelas sinópses neurais de todos aqueles que já pensaram nisso...

E continuamos sem resposta.

Sem embasamento científico, claro, não tenho como saber todas os fatores que impedem a humanidade a chegar até a solução dessas equações, mas me dei conta de que, as três perguntas possuem em comum, dois fatores que determinam que essa resposta não será atingida jamais:

1 - Randomização elevada da amostra
2 - Amostra em movimento aleatório inconstante

O que quer dizer isso? Isso quer dizer que é IMPOSSÍVEL traçar o comportamento dos seres humanos. Nossa capacidade de adaptação vai além do que se refere à temperatura ou espaço físico. Isso quer dizer que, até mesmo no que acreditamos e tomamos por verdade irrefutável é tão inconstante como nós mesmos.

O que torna o ser humano adaptável, não é biológico, não é físico, mas pode ser definido como um "estado de espírito"... um desejo, ou uma vontade de ficar ou não em determinado lugar, um propósito, seja ele qual for. E isso é tão inconstante...

Hoje, temos uma 4ª pergunta:


"O que é a Internet"? ou "Como será a internet daqui a x anos..."

Várias definições sobre Internet já foram compravadas, afirmadas, tidas por verdade absoluta. Vale lembrar que, há não muito tempo, a Terra era quadrada...

Claro, somos inteligentes... Podemos presumir como será a internet ou quais os próximos sucessos, erros e acertos, mas isso é o mesmo que acreditarmos piamente em vidência, no sentido que não há provas concretas sobre.

Tenho visto uma legião de fanáticos atestarem com convicção que "esta definição" ou "Aquela" ou até mesmo "as palavras de ..." são a expressão máxima da verdade e que devemos seguir por elas.

Isso me lembra Matrix (o filme), Budismo e Jesus Cristo... Todos corretos/errados. Todos com legiões de seguidores, que simplesmente crêem no que acham mais afirmativos. Isso prova nossa capacidade de adaptação... E invalida milhares de pesquisas com os temas:

De onde viemos? Pra onde vamos?? Qual o sentido da vida??? O que é a Internet????