Segundo uma pesquisa do IBL, estamos comprando produtos ilegais. Eles tem razão.
A pergunta é: POR QUÊ?
Somos desonestos? SIM!
O ponto é "combater pirataria" por que prejudica o mercado ou por que a polícia fica sem "caxinha" todo final de ano?
Essas pesquisas mostram um lado da notícia, que diz que o Brasil alimenta o crime, o tráfico e a ilegalidade. Por que nunca ví um site do GOVERNO FEDERAL, com uma pesquisa que mostre a importância de um reforma tributária URGENTE?
Por que tenho 31 anos e a horrível sensação de ouvir quase uma vez por semana que "a reforma tributária isso..." ou "aquilo"... e nunca sai?
Experiência:
Experimente comprar algo pelo e-bay acima de USD 50,00. Caso você seja "pego" na famosa "malha fina" da alfândega, eles lhe cobrarão um imposto... sabe o que é mais legal? É IMPOSSÍVEL saber de quanto é esse imposto...
Agora me diga, nesta hipótese:
Eu compro algo pelo e-bay. Pessoa Física. Recebo pelo correio depois coloco no Mercado livre pra vender... eu estou AGINDO ILEGALMENTE???
E no caso das assim chamadas - importações legais... - será que resolver essas contas desleais não é mais importante?
Por que é tão fácil para os economistas dizerem que "Os Estados Unidos e a União Européia estão tomando medidas protecionistas..." - Será que eles esqueceram a loucura de nossos impostos? Como podemos dizer que é uma medida protecionista se cobramos impostos encima de importações de produtos que NÃO TEMOS concorrência??
Eu tenho vergonha deste país, que sempre, SEMPRE vai disparar pesquisas e "tapar o sol com a peneira".
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Art.153, I, da Constituição Federal Vs Santa Efigênia
Postado por Jack Lake às 15:39 0 comentários
Marcadores: crime, e-bay, Governo, IBL, pirataria, protecionismo, reforma tributária
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Windows 7
Olá, salve salve a todos.
É, faz tempo que não passo por aqui, mas espero voltar com mais frequência ;)
E pra começar, não posso deixar de falar sobre o Beta Release do Windows 7, que vem a tona para tentar apagar o fracasso do pesado, cansativo e regulador Windows Vista.
Há quem diga que, o Windows Vista é ruim, deixa a maquina pesada, lenta, e tem diversos problemas. Bom, Não concordo, nem discordo. Certamente o Vista é um sistema que exige uma máquina um pouco mais bem tratada do que os famosos celerom ou equivalentes. Ainda acredito no potencial do Vista mas vendo o quanto o XP era poderoso e "leve", se comparado a seu rival o Vista, com certeza a Microsoft apostou mal para o lançamento. Principalmente em um momento onde o Software Livre tem sido aprimorado cada vez mais, até mesmo em termos de interface gráfica, o que, para a comunidade do SL, está longe de ser uma prioridade.
Mas Voltando ao Windows 7, é muito interessante o que a Microsoft consegue criar, quando está em risco, e mais ainda, o Beta beira a perfeição, quando comparado a outros Sistemas Operacionais lançados pela Microsoft, por que está LIMPO. Está Leve, está sem aquela dezena de aplicativos que ninguém quer, ou ninguém vai utilizar, ou seja, é um "belíssimo carro, sem os opcionais".
E já vem dando o que falar. Atualmente, diversos usuários vem aderindo a um movimento que pede a liberação do Windows 7 do jeito que está (sua fase beta) como forma de substituirem o pesado Vista e poderem utilizar uma interface muito inteligente, rápida e dinâmica.
Vale a pena acompanhar essas histórias de perto.
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Quando o Mar digital me traz um peixe...
Às vezes, só às vezes, a vida ajuda.
O Mar não pensa em suas mudanças para trazer ou não peixes para o pescador. É o pescador que descobre os melhores lugares. às vezes, só às vezes, o mar traz algo de bom para ele... Assim também ocorre com o oceano digital.
Assim como tentei definir um pouco melhor a nova ordem econômica que já está estabelecida no universo de carbono, nada melhor do que os próprios envolvidos explicarem melhor:
Tecnobrega: o Pará reinventando o negócio da música
O mais engraçado é que as pessoas não parecem compreender o que estão lendo. Parecem cegas ao seu redor, enquanto no universo de carbono, enormes bazares se ergem dando espaço para apropriação tecnologica acessível, emprestando conhecimentos, conversando entre sí.
As grandes corporações, que tem seus neons espalhados por toda infovia digital não conseguem compreender o modelo de venda onde muitos se favorecem com baixos valores e o comerciante lucra com quantidade.
O caso Iphone tem sido interessante. Muda a maneira das pessoas conversarem, entenderem, compararem. Em um ou outro blog, notícias de "Iphone-killers" se espalham. Como se todo celular touchscreen fosse potencialmente uma ameaça ao imponente Ipod. As pessoas compram hoje pela marca, pelo nome. Esquecem o resto. O Iphone é inovador, por suas pesquisas de motores de movimento, multi-touch, design, lógica de acesso (qualquer arquivo com no máximo 3 toques). Mas as pessoas são levadas por uma avalanche de propaganda... mal sabem o que consomem, só importa a marca.
A vantagem do digital é que existe documentação. Ela é importante.
Se eu não consigo me fazer entender, quem sabe um dia, alguém lendo, também pensará igual, e saberá se expressar melhor.
Postado por Jack Lake às 15:48 0 comentários
Marcadores: Apple, design, Iphone, nokia, pirataria, tecnobrega
terça-feira, 30 de setembro de 2008
E por que não falar: Iphone...
Aqui no Fúria Digital, existem algumas blogadas com o título:

Postado por Jack Lake às 10:18 1 comentários
Marcadores: Anatel, Apple, Budismo, conhecimento, controle, Educação, Inclusão Digital, Iphone, marketing, operadoras, Protesto, remix, serviço publico, telefonica
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Algo bom
Este vídeo é bastante interessante e lembra algo que venho absorvendo na cultura do softwarte livre e que também vem de acordo com algo que os marketeiros de internet ainda não entendem - que é o como ganhar dinheiro com algo gratúito.
Postado por Jack Lake às 16:37 0 comentários
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Sonhos Virtuais em barreiras de Carbono
Segunda-feira, 25 de Agosto, 2008.
A internet ainda não está ao alcance de todos. As redes alternativas, promessas de inclusão, não passam de sonhos distantes. Os valores pela conexão, a idéia de provedores, impedem as construções sociais virtuais e passam a ser ideologias jogadas ao vento, onde poucos abraçam, mas muitos ainda se incomodam por dividir sua banda larga...
No meu netvibes, uma chamada vibrante, como essas de xampu, que prometem uma vida melhor, ou propagandas de cerveja, onde tudo é sempre tão bonito tão festivo e lúdico. E a lei seca não emplaca, ou melhor, até funciona, mas somente através da metodologia do medo. Medo sim, por que as regras têm que ser absurdamente duras para que o carbono possa respeitar seu par. Isso é tão inacreditável e ao mesmo tempo tão triste. Só para se ter uma idéia, levo em média 45 minutos para chegar ao trabalho, saindo de minha casa, ali na Angélica. Entro no ônibus e venho acompanhando as notícias do transito e só desligo o rádio, quando salto na USP, onde trabalho. Hoje vim contando quantos acidentes envolvendo motoqueiros aconteceram. Fácil - 6 motoqueiros estirados no chão... E o que ouço na boca de muitos? "Moto é uma coisa perigosa". Perigoso é a falta de compaixão entre os pares de carbono.
Mas, transito caótico à parte, o anúncio prometia transforma Banda Larga em Serviço Público. Eu, em minha ignorância (talvez inocência), cheguei até a pensar "Opa, teremos banda larga como esgoto, luz, ônibus..." Que nada.
Mal li a reportagem para perceber se tratava de mais e mais impostos, sobre um serviço privado que já não é, nem de longe, um dos mais baratos. Peguei-me pessimista pensando no Brasil, em nossa estranha e complexa mentalidade. O universo virtual vem se expandindo a alguns anos, com algumas poucas promessas de extinção e muitas promessas de solução. Para utilizar a internet, o Brasil cobra taxas exorbitantes (ou permite as operadoras a cobrarem), para utilizarmos um bem comum a todos os seres do planeta. Por outro lado, a Água, também um bem comum da humanidade, que está cientificamente comprovado que irá se esgotar tem para nós, uma das taxas mais baratas do serviço público. Não consigo, simplesmente, compreender essa administração social.
Moro num prédio com quatro apartamentos por andar. Pago uma salgada Banda Larga da Telefônica de 4mb e distribuo num roteador livre de senhas de acesso. Qualquer um pode ir até meu andar pelo menos, e acessar a internet. Pago por que, por hora, tenho condições. Quando não tiver, não pagarei. Espero ter onde acessar. E assim segue.
O que me impressiona é saber que sou um dos poucos a ter essa consciência. Meus amigos dizem coisas como "sua internet ficará lenta" ou "as pessoas não vão pagar por que usam a sua". Discordo totalmente. Se todos usarem, logo ficará lenta (mais do que já é) e as pessoas tendem a migrar pra onde é melhor. Como estudo de caso, surgiu mais redes no meu prédio. Não tenho como comprovar, mas gosto de pensar que foi a "amostra grátis" do apartamento 114 que fez com que tivéssemos mais adeptos.
Isso é uma coisa que gostaria que mudasse. Mas não creio que, a longo prazo irá. Pena, gosto deste planetinha.
Postado por Jack Lake às 11:02 1 comentários
Marcadores: banda larga, lei seca, lidec, serviço publico, telefonica, wimax
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
O Carbono aprende através de conceitos digitais
Me deparei com essa matéria e me coloquei a pensar em teorias como os 6 graus de separação, que procura comprovar que qualquer par de carbono do mundo estão conectados por no máximo 6 graus de relação.
Qual a real ligação? Talvez por que tenha observado no passar do tempo, como a chamada Industria da educação vem tentado desesperadamente coibir a fusão entre o carbono e o digital dentro de suas sagradas capelas de conhecimento sob pretenças desculpas e aniquilar qualquer outra possibilidade de estrutura de obtenção de conhecimento. Enquanto o Virtual disponibiliza e amplia a cada dia mais e mais bazares de informações, como o Google e o novíssimo Cuil, que ganham adeptos, fama, reconhecimento e dinheiro através da proposta de Localizar o Conhecimento, as fábricas de diploma continuam a investir em um sistema centralizador de conhecimento, onde apenas os mais "qualificados" ou os de maior poder aquisitivo, tem acesso a este conhecimento, alimentando ainda mais as bibliotecas daqueles que são, por assim dizer, mas favorecidos.
Claro, se levássemos em conta a teoria dos 6 graus, pouco importaria Quem vai até a faculdade, desde que EU tenha interesse, estarei conectado a esta partícula de carbono e terei acesso a seu conhecimento... mas isso não se reflete desta forma, se considerarmos os mais diversos e complexos logaritimos que regem a convivência dos seres de carbono.
Ainda assim, é possível vislumbrar google universities, espaços aberto e praças de conhecimento, como na antiguidade, onde as pessoas colocavam-se a palestrar em praças públicas e os passantes randômicos tinham a oportunidade de compreender, ou aprender, ou até mesmo se interesarem por determinado assunto ou discurso.
E assim como a escola australiana tenta promover, é possível encontrarmos não uma fórmula para acabar com a cola, como ilustra inocente a matéria do começo deste post, mas uma nova concepção educacional baseada em dois conceitos: O das redes sociais e sua importância, e o conceito de conhecimento compartilhado, livre e real, desde que respeitado devidamente seu conceptor. Uma escola ensinando a BUSCAR o conhecimento, vai contra o ideal capitalista de centralizar e VENDER o conhecimento a poucos a fim de manter qualidade. Uma escola tentando ensinar o aluno a buscar, analisar e escolher, de quem, quando, onde e o que aprender.
Uma excelente promessa de futuro para uma sexta-feira comum.
Postado por Jack Lake às 10:57 0 comentários
Marcadores: conhecimento, cuil, dimenstein, Educação, escola, google, lidec, parque da juventude